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ELEIÇÕES 2022

Candidata Alê Silva intensifica ações de campanha nas portarias da Usiminas em Ipatinga

Durante panfletagem com trabalhadores da siderúrgica, a postulante à Assembleia Legislativa relembrou sua atuação profissional e defendeu o diálogo entre a

Publicado em 01/09/2026 às 15:53

(Foto: Reprodução)

A candidata a deputada estadual Alê Silva intensificou as agendas de rua nesta semana com foco nas portarias 2, localizada no Centro, e 3, na região do Bom Retiro, da usina siderúrgica da Usiminas, em Ipatinga. As panfletagens no município do Vale do Aço visam reaproximar a postulante do público fabril e dialogar diretamente com os funcionários da empresa e de fornecedores terceirizados.

A aproximação com essa parcela do eleitorado se fundamenta no histórico profissional da candidata. Antes de exercer mandato parlamentar, Alê Silva atuou como advogada trabalhista, representando mais de 1,5 mil ex-funcionários da siderúrgica e de prestadoras de serviços. As causas judiciais impetradas por seu escritório envolviam a cobrança de adicionais de periculosidade, insalubridade, horas extras e adicionais noturnos.

Além das verbas rescisórias e remuneratórias, a atuação jurídica promovida pela postulante contemplava pedidos de conversão do tempo de serviço especial para fins de aposentadoria previdenciária, no fator 1.4. Esse histórico de representação legal perante a Justiça do Trabalho consolidou a inserção do seu nome junto aos operários que atuam no parque industrial da cidade.

Durante o contato direto com a categoria nos horários de troca de turno, Alê Silva rebateu críticas referentes à sua conduta durante o período em que atuou na Câmara dos Deputados. A postulante sustentou que informações inverídicas foram divulgadas por adversários com o objetivo de desgastar sua imagem pública junto às entidades e representações de classe.

Ao avaliar o cenário econômico e as relações trabalhistas no país, a candidata defendeu que o desenvolvimento do setor produtivo depende da busca contínua por equilíbrio entre as demandas corporativas e a garantia de direitos da mão de obra, argumentando que a sustentabilidade do mercado exige colaboração mútua entre empregadores e empregados.

Fonte: Portal da Cidade Ipatinga

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